quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Vai por mim!

Ao sair da prisão, marido de Amy diz: 'Vou ver minha mulher e tirar suas calcinhas'

Conselho? Leva uma dessas:

 

mascara 

Porque vou te dizer, malandro, se a cara tá desse naipe:

 

amy

 

O resto deve estar uma desgraça.

 

 

Naressi

Arrasa, presidente!

Obama faz primeira reunião com a CIA sobre assuntos estratégicos

macarena 

“Dale a tu cuerpo alegria Macarena…”

 

PS: como disse o Prado, passado o entusiasmo do momento, passemos ao esculacho.

 

 

Naressi

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

London is drowning and I live by the river!



The Clash - London Calling


Música boa tem que ser compartilhada.

Boa noite a todos, obrigado pela companhia e pelos comentários, até logo menos.



Naressi

Damn, girl!

guardian

Não poderia deixar de compartilhar com vocês esta flor de formosura!

Se me permitem, gostaria de fazer algumas considerações a respeito da imagem:

- Fotogenia pouca é bobagem;

- Imagine o tamanho da criança da cintura pra baixo;

- Chewbacca pediu pra perguntar se está disponível.

 

 

Naressi

Ibope é tudo nessa vida

nayara

Dá série “superfaturando na desgraça alheia”.

E dá-lhe Rede Globo…

 

 

Naressi

Cada povo tem o governante que merece

lulaobama

Segundo quem teve acesso, a resposta foi:

 

“E Vossa Excelência soube transmitir a certeza de que mais vale cortar um dedo a estudar.”

 

 

Naressi

Obamania

Comoção pública. Catarse generalizada. Histeria coletiva.

Barack Obama levou a nação “obamista” ao delírio com seu discurso de aceitação, como se diz por lá.

Em um parque em Chicago, Illinois, ele pôs, uma vez mais, sua ótima retórica a serviço do marketing. Discursava fluentemente, como de costume, se bem que visivelmente emocionado, como não poderia deixar de ser. Após cada frase pronunciada, Obama fechava a idéia com seu slogan “yes, we can”, ao que o povo respondia em uníssono "”yes, we can!”, numa espécie de ritual canônico em que a massa repete as palavras finais do que discursa, ou as complementa com a frase que é cabida.

Passada a euforia, a vida começa, ainda que lentamente, a retomar seus passos.

As pessoas hoje acordaram e foram estapeadas pela realidade, pela dura constatação de que nada mudou. Wall Street continua abocanhando, vorazmente, montanhas de dinheiro, enquanto o povo vende o que tem para pagar dívidas. Para ficar com a questão do momento.

Fica a pergunta: as coisas vão, de fato, mudar?

Sem alarde, eu creio que não.

Mas torço para pagar a língua.

 

 

Naressi

Piada pronta?


Prado
ps: Dedicado a Fe Quintas, que 'adora' o Lula mas vai ver de perto a política do Obama.

Obama...

E não é que o Obama entrou? Vai morar na Casa Branca, e sem precisar do sistema de cotas.

Particularmente eu estava torcendo pro candidato Democrata, por N motivos que eu tenho preguiça de explicar.

Massss, vamos aproveitar que ele ganhou e começar a falar mal, afinal ele não é mais o candidato Democrata afro-descendente, agora ele é o presidente dos USA, e como de praxe vai fazer um monte de cagadas que impactarão no resto do mundo.

Então, chega de euforia com o presidente do mundo, e voltemos aos nossos afazeres.


Prado

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A sucessão presidencial norte-americana

bush George Walker Bush

20 de janeiro de 2001 - 20 de janeiro de 2009

 

Hoje o povo dos Estados Unidos da América está nas urnas decidindo quem sucederá o distinto cavalheiro aí acima.

O 43° presidente norte-americano – um dos mais controversos políticos do mundo – deixará o cargo ao meio-dia do dia 20 de janeiro de 2009, quando voltará a exercer suas ocupações texanas, dentre elas enriquecer-se com o ouro negro.

Republicano de nascença, vive dias de cão no final de seu segundo mandato, vendo-se na contingência de desconstruir algumas bases econômicas estabelecidas pelo pai, George Herbert Walker Bush, em função da quebradeira generalizada que assola a economia lá pras bandas do Tio Sam. Está sentindo na pele a força do dito popular “na prática, a teoria é outra”, já que um dos maiores ideais de seu partido é o da livre-concorrência nos mercados que, trocando em miúdos, significa mais ou menos “salve-se quem puder”, já que nessa ideologia o Estado interfere da maneira mais branda possível nos assuntos econômicos. Interferiria, já que se viu obrigado a assinar socorros financeiros a empresas falidas de montante ainda incerto, mas já passado, com folga diga-se, do trilhão de dólares.

George W. Bush foi protagonista de uma das passagens mais emblemáticas de nossa era.  Após os ataques de 11 de setembro de 2001, imbuiu-se do espírito patriótico inerente ao seu povo e vestiu como poucos a tradicional camisa republicana da belicosidade, passando a atirar, literalmente, para todo lado. Embrenhou suas tropas pela Ásia e pelo Oriente Médio, em especial no Afeganistão e no Iraque (e que por lá continuam), ora atrás de um barbudo, ora atrás de um bigodudo que já havia sido alvo do pai em uma operação de incursão ao Iraque, no início de 1991, deflagrada após a invasão do Kuwait pelas tropas iraquianas, episódio que ficou conhecido como a segunda guerra do Golfo.

Precedido pelo democrata William Jefferson Blythe III – mais conhecido como Bill Clinton, o da estagiária gordinha que guardou um vestido sujo… – e ao que tudo indica, sucedido também por um democrata – ele, o político mais pop-hype desde John Fitzgerald Kennedy, o orador negro Barack Obama –, Bush deixará um gosto amargo nas bocas republicanas e levará consigo os piores índices de aprovação a um presidente na história do país. Mata papai de orgulho!

Não para menos, por esses dias Bush está apagado, fora dos holofotes, longe dos microfones. Mandou dizer que não aparecerá até o final da apuração dos votos dessas eleições, pois precisa descansar. É justo, visto que vem tomando bordoada de tudo que é lado. Anda parecendo “táubua, de tiro ao álvaro…” como diria Adoniram Barbosa. O que ocorre, acima de tudo, é que o partido republicano não quer que Bush “contamine”  o candidato John McCain – que passou a campanha inteira tentando se desvencilhar da imagem do presidente mais impopular da história do país – na reta de chegada, já que sempre se pode contar com o fator “Timo Glock”.

E para finalizar esse post imenso (desses que o Prado adora), vai uma previsão: Bush fará de tudo, nesses últimos meses de governo, para tentar melhorar seu saldo para com o mundo. Tentará vender a idéia de que “hei, eu acertei mais do que errei!”, e “hei, eu sou um cara bacana, me chamem para dar palestras!”.

É possível?

Afirmo, meus caros, categoricamente: é possível.

Basta importar o marqueteiro de Luís Inácio Lula da Silva, incontestavelmente um companheiro fazedor de milagres…

 

 

Naressi