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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Não faça perguntas, apenas aperte o Play!

E não me pergunte como eu achei isso...

Prado

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Amor América




Prado

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Ahhhhhhhh nãoooooooooooo!!!!!!!

Eu sei que está faltando assunto, mas assim já é exagero!





E viva o Terra.

Prado

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Isso é gente?

Babá flagrada agredindo criança no DF está foragida

Há quatro meses, os filhos diziam que eram maltratados pela babá. Ao ser questionada pela mãe das crianças antes da filmagem, ela negou.


Que punição merece um bicho desse, me diz?


Naressi

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Tal e qual

A exemplo das bolsas de valores ao redor do mundo, o blog retoma suas atividades em melhor clima.


Naressi

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Previsões previsíveis

Farei aqui um exercício de "futurologia", dando em primeira mão as notícias de amanhã, visto que não tenho absolutamente nenhum assunto a tratar.

Vamos lá:

- Bovespa oscila, dá sinais de recuperação, toma uma rasteira do Dow Jones e fecha no vermelho;

- Mais um segmento entra no "samba do yankee louco" da economia norte-americana seguindo os bancos e as montadoras (General Motors e Ford estão para abrir o bico, mas não espalha), só pra derrubar um pouquinho mais o índice;

- em terras tupiniquins, alguma sub-celebridade será "flagrada" no Leblon;

- alguma "prostifruta" (opa, cunhei um termo novo. Viva o neologismo) aparecerá em uma pose constrangedora empinando o cérebro em algum portal brasileiro;

- mais uma foto da "selecinha" brasileira de futebol será publicada, todos sorrindo, ganhando fábulas de euros sem apresentar uma contra-prestação decente;

- o presidente da república será demagogo em algum discurso;

- alguma bomba explodirá em algum lugar do Oriente Médio, vitimando inocentes;

- Ingrid Betancourt Pulecio ganha o prêmio Nobel da paz sendo a mais fraca de todos os indicados à láurea;

- alguma crítica de alguma novela da Rede Globo será publicada na capa do UOL;

- Rubens Barrichello fará o 17° tempo nos treinos livres para o Grande Prêmio do Japão de Fórmula 1 e culpará o carro, ou a equipe, ou ambos;

- The Wall Street Journal continuará dando uma aula sobre pessimismo;

- alguma relação aparentemente sem sentido será feita pela medicina, como a de que bebês que têm febre sofrem menos com alergias quando mais velhos;

e finalizando com uma previsão de cunho mais pessoal,

- xingarei baixinho algum motorista que não sabe guiar no trânsito de São Paulo. E os há às pencas. Marcas de delimitação de faixas pintadas no asfalto serão invisíveis e alguém dirigirá a 45 kms horários em uma avenida cujo limite é de 70 kms por hora, causando um efeito como o de um pedaço de madeira preso em uma enxurrada, carros desviando seus cursos como a água desvia do obstáculo.


Este é o resumo do dia de amanhã, 10 de outubro de 2008.

E que seja, no frigir dos ovos, um bom dia para todos.

Menos para a redação do Wall Street Journal, por supuesto.


Até logo menos.


Naressi

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

102 passos

Vencemos a marca dos 100 posts.

Que venham os próximos 100... À centésima.

Um muito obrigado a quem freqüenta!

Um muito, muito obrigado a quem comenta!


Naressi

sábado, 27 de setembro de 2008

A Torre de Babel é aqui

Uma previsão indica que o número de celulares deve atingir a marca de 4 bilhões de unidades até o final desse ano.

O número impressiona. Porém a questão é: quando o mundo vai aprender que o diálogo é a melhor opção, sempre? Já dizia Abelardo Barbosa, o saudoso Chacrinha: "Quem não se comunica, se trumbica!"

O mundo até hoje não aprendeu a se comunicar, isso é fato. Desde a menor esfera até a macroeconomia, ninguém se entende. Mentimos, dissimulamos, escondemos. Mas cobramos a verdade sempre que nos é conveniente.

Comunique-se.

Somos os únicos (até segunda ordem) com o dom da fala, vamos usá-la a nosso favor. De outro modo, descemos na escala evolutiva, e nos equiparamos aos símios, uma vez mais. E tão importante quanto saber falar, é saber ouvir. Somos dotados de dois ouvidos e uma boca, para escutar mais do que falar.

Comunique-se.

Fale, escute, responda. De uma tese e uma antítese, nasce uma síntese. Acredite, não é tão difícil assim.

Pelo menos não deveria ser...


Naressi

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Crime e castigo

Há algum tempo escutei, na rádio de notícias que acompanho diariamente, um médico brasileiro (desculpe a falta de maiores referências, peguei a reportagem já em andamento) versando sobre um tema nevrálgico e por demais espinhoso: a pedofilia. Mais especificamente, sobre a castração química de pedófilos. Se minha (parca) memória não me trai, esse profissional conduzia um estudo sobre o impacto das drogas inibidoras de libido aplicadas em alguns pacientes, pedófilos julgados e condenados como tal.

Lembro-me que, naquele momento, fiquei cativado pelo tema, se é que se pode expressar apreço por tal matéria. Queria entender, naquele momento, qual a abordagem que o médico dava ao assunto. Nunca tive contato, pelo menos conscientemente, com nenhuma das duas partes envolvidas nesse crime abjeto, certamente dos mais chocantes que há: nem com o (a) abusado (a), nem com o (a) abusador (a). O que dizer a uma vítima de um crime dessa natureza? O que dizer ao perpetrante do crime? Qual abordagem há que se utilizar para com o criminoso, tratado nesses casos como padecedor de um desvio de origem mental? Creio que pouquíssimas pessoas são capazes de encarar um pedófilo como um paciente, e não como um criminoso são em suas faculdades mentais, padecedor apenas de um desvio de conduta sexual/moral.

Me veio esse tema por conta de uma matéria da publicação alemã Der Spiegel, ilustrando a irritação de políticos da União Européia frente à uma medida polêmica do primeiro-ministro polonês, qual seja, a imposição categórica de castração química a pedófilos, não a pedido do condenado (única hipótese aceita até hoje), e sim como parte do veredito de condenação, via administração de umas das 3 drogas que induzem a castração química: certos antidepressivos específicos; medicamentos denominados anti-andróginos; ou uma classe de droga normalmente administrada para pacientes de câncer de próstata. Os dois primeiros reduzem o desejo sexual, e o terceiro é o único que pode ser classificado verdadeiramente como "castrador químico".

Um ato finalista, sim. Porém condenável?

Na realidade, não sou capaz de imaginar o que seja um mamífero vivendo sem libido, já que inerente a todos os nascidos saudáveis. Contudo, também não concebo a idéia que um adulto seja capaz de abusar de uma criança. E, entre uma idéia que não sou sou capaz de conceber e outra, que a realidade então seja baseada na primeira, e não na segunda.


Naressi

PS: o título do post remete à obra de Fiódor Dostoiésvsky.