Os sete primeiros são:
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Piratas receberam US$ 150 mi em resgates em 2007
"Estamos avisando que nos últimos 12 meses, mais de US$ 150 milhões em resgates foram pagos a estes criminosos e é por isso que eles estão se tornando mais e mais ousados em suas atividades", disse o ministro queniano Moses Wetangula.
Complementando o post mais abaixo.
Logo mais as autoridades dos países envolvidos terão que criar um sistema de comboio militar para que navios cargueiros possam atravessar os canais com maior incidência de “seqüestro”, em especial o Golfo de Áden, que separa a Somália do Iêmen, no Oceano Índico.
Essa iniciativa já está sendo estudada pela ONU, convocada a auxiliar na questão.
A situação é agravada pelo fato de haver centenas de tripulantes à bordo dos navios seqüestrados, o que impede uma ação militar mais incisiva.
Os piratas, por enquanto, dão as cartas.
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ONU diz que piratas já seqüestraram 65 navios na Somália em 2008
Nações Unidas já deram ‘carta branca’ para ação militar contra piratas. Segundo organização marítima, piratas têm hoje 18 navios seqüestrados.
Pra mim isso é meio surreal.
Sei lá, uma coisa meio século XV.
O modus operandi é padrão: os piratas utilizam-se de lanchas rápidas para se aproximar dos navios e abordá-los, depois ameaçam os tripulantes com armas e tomam o controle da embarcação.
Troque as “lanchas rápidas” por um equivalente com 300 anos e entramos em um túnel do tempo.
Andam seqüestrando de tudo e, creio eu, o mais significativo em valores e medidas, é um navio petroleiro de 330 metros de comprimento, com peso morto de mais de 300 mil toneladas e avaliado em míseros US$ 100 milhões.
Me pergunto: quem serão os cabeças por trás desses maltrapilhos que sobem a bordo?
Porque quem está sentado sobre uma “bomba” avaliada em centenas de milhões sabe o que está fazendo.
PS: o mapa foi tirado do site da CNN e mostra todos os países que divulgaram alertas de ataques piratas em 2008.
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Capa da Revista Time da semana que vem.
Uma ilustração que coloca Barack Obama na pele de Franklin Delano Roosevelt, presidente norte-americano responsável por costurar o denominado New Deal, pacote de medidas implantado entre 1933 e 1937, que visava a recuperação e a reforma da economia dos Estados Unidos da América pós-quebra de 1929.
Assim como coube a um dos mais ilustres representantes do partido democrata reerguer um país à míngua, caberá a Obama restabelecer as bases econômicas de sua nação, neste turbulento momento pós-quebra de 2008.
O mundo torce.
PS: Se você que está lendo este post é um desses estúpidos sem percepção de mundo que pregam “o fim do império!” acredite: se você acha que está ruim com eles, será muito pior sem eles. E fica a dica: aproveite a internet para dar uma expandida nos seus horizontes. Ou então volte para a matéria do fim do casamento da Suzana Vieira…
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Os advogados de Daniel Dantas entraram em contato com a Associação Paulista dos Jogadores de Gamão.
Querem saber se está tudo bem com a inscrição do banqueiro para que possam pedir a transferência dos processos contra ele para o STJD.
Quem acompanhou de perto garante que estão esbanjando confiança!
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Programa de swap pode superar US$50 bi, diz Meirelles
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que o programa de swap cambial do BC pode ultrapassar os 50 bilhões de dólares já anunciados.
Isso quer dizer o seguinte:
Nada, relaxa que você vai continuar devendo pro banco.
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Comoção pública. Catarse generalizada. Histeria coletiva.
Barack Obama levou a nação “obamista” ao delírio com seu discurso de aceitação, como se diz por lá.
Em um parque em Chicago, Illinois, ele pôs, uma vez mais, sua ótima retórica a serviço do marketing. Discursava fluentemente, como de costume, se bem que visivelmente emocionado, como não poderia deixar de ser. Após cada frase pronunciada, Obama fechava a idéia com seu slogan “yes, we can”, ao que o povo respondia em uníssono "”yes, we can!”, numa espécie de ritual canônico em que a massa repete as palavras finais do que discursa, ou as complementa com a frase que é cabida.
Passada a euforia, a vida começa, ainda que lentamente, a retomar seus passos.
As pessoas hoje acordaram e foram estapeadas pela realidade, pela dura constatação de que nada mudou. Wall Street continua abocanhando, vorazmente, montanhas de dinheiro, enquanto o povo vende o que tem para pagar dívidas. Para ficar com a questão do momento.
Fica a pergunta: as coisas vão, de fato, mudar?
Sem alarde, eu creio que não.
Mas torço para pagar a língua.
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20 de janeiro de 2001 - 20 de janeiro de 2009
Hoje o povo dos Estados Unidos da América está nas urnas decidindo quem sucederá o distinto cavalheiro aí acima.
O 43° presidente norte-americano – um dos mais controversos políticos do mundo – deixará o cargo ao meio-dia do dia 20 de janeiro de 2009, quando voltará a exercer suas ocupações texanas, dentre elas enriquecer-se com o ouro negro.
Republicano de nascença, vive dias de cão no final de seu segundo mandato, vendo-se na contingência de desconstruir algumas bases econômicas estabelecidas pelo pai, George Herbert Walker Bush, em função da quebradeira generalizada que assola a economia lá pras bandas do Tio Sam. Está sentindo na pele a força do dito popular “na prática, a teoria é outra”, já que um dos maiores ideais de seu partido é o da livre-concorrência nos mercados que, trocando em miúdos, significa mais ou menos “salve-se quem puder”, já que nessa ideologia o Estado interfere da maneira mais branda possível nos assuntos econômicos. Interferiria, já que se viu obrigado a assinar socorros financeiros a empresas falidas de montante ainda incerto, mas já passado, com folga diga-se, do trilhão de dólares.
George W. Bush foi protagonista de uma das passagens mais emblemáticas de nossa era. Após os ataques de 11 de setembro de 2001, imbuiu-se do espírito patriótico inerente ao seu povo e vestiu como poucos a tradicional camisa republicana da belicosidade, passando a atirar, literalmente, para todo lado. Embrenhou suas tropas pela Ásia e pelo Oriente Médio, em especial no Afeganistão e no Iraque (e que por lá continuam), ora atrás de um barbudo, ora atrás de um bigodudo que já havia sido alvo do pai em uma operação de incursão ao Iraque, no início de 1991, deflagrada após a invasão do Kuwait pelas tropas iraquianas, episódio que ficou conhecido como a segunda guerra do Golfo.
Precedido pelo democrata William Jefferson Blythe III – mais conhecido como Bill Clinton, o da estagiária gordinha que guardou um vestido sujo… – e ao que tudo indica, sucedido também por um democrata – ele, o político mais pop-hype desde John Fitzgerald Kennedy, o orador negro Barack Obama –, Bush deixará um gosto amargo nas bocas republicanas e levará consigo os piores índices de aprovação a um presidente na história do país. Mata papai de orgulho!
Não para menos, por esses dias Bush está apagado, fora dos holofotes, longe dos microfones. Mandou dizer que não aparecerá até o final da apuração dos votos dessas eleições, pois precisa descansar. É justo, visto que vem tomando bordoada de tudo que é lado. Anda parecendo “táubua, de tiro ao álvaro…” como diria Adoniram Barbosa. O que ocorre, acima de tudo, é que o partido republicano não quer que Bush “contamine” o candidato John McCain – que passou a campanha inteira tentando se desvencilhar da imagem do presidente mais impopular da história do país – na reta de chegada, já que sempre se pode contar com o fator “Timo Glock”.
E para finalizar esse post imenso (desses que o Prado adora), vai uma previsão: Bush fará de tudo, nesses últimos meses de governo, para tentar melhorar seu saldo para com o mundo. Tentará vender a idéia de que “hei, eu acertei mais do que errei!”, e “hei, eu sou um cara bacana, me chamem para dar palestras!”.
É possível?
Afirmo, meus caros, categoricamente: é possível.
Basta importar o marqueteiro de Luís Inácio Lula da Silva, incontestavelmente um companheiro fazedor de milagres…
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A empresa de publicidade Grey New York lançou uma campanha lembrando da questão racial, um dos temas que foi debatido durante as eleições para presidente nos Estados Unidos. Nela, transformou o democrata Barack Obama em branco e John McCain em negro. (Foto: AP)
Fonte: Globo.com
É o mais crônico dos problemas norte-americanos ditando as regras do jogo.
Incrível como, nos dias de hoje, ainda se conceba que o racismo dê as cartas em alguma situação, ainda mais em uma eleição à presidência da maior potência global.
Escutei hoje, na rádio de notícias que acompanho, uma matéria feita pelo enviado especial que está cobrindo as eleições direto da pátria do Tio Sam. Fiquei atônito, mais um vez, com um ponto chave levantado por ele: vários cidadãos que nas pesquisas de opinião manifestam apoio ao democrata Barack Obama podem, na “hora H”, votar em John McCain, cedendo ao peso do preconceito racial. E não admitem a real posição nas pesquisas de intenção de voto por vergonha da própria estupidez.
Parece mentira, eu sei. Mas não é.
A última boca de urna antes do início do sufrágio - se é que se pode falar assim, quando mais de 25 milhões de norte-americanos já votaram antecipadamente – apontava vantagem democrata de aproximadamente 6 pontos porcentuais, 50,74% para Obama, 44,30% para McCain, sendo que, em 6 dos 8 estados considerados os mais importantes, a liderança é do candidato negro.
Mas… Será que esses números traduzem a realidade?
Será que Barack Obama, que liderou toda a campanha, não corre o risco de ser surpreendido na última curva, tal qual Felipe Massa, que ponteou a corrida inteira e perdeu nos últimos 300 metros?!
Quantos “Timo Glock” não haverá entre os eleitores yankees, prontos a dar uma monumental rasteira? Eu sei, eu sei. A do piloto alemão não foi intencional…
Em breve - ou nem tanto, dada a patifaria que é a apuração eleitoral por lá - conheceremos o “herdeiro” do império norte-americano, o homem que sentar-se-á na cadeira mais cobiçada do planeta. Vale lembrar que o império está cambaleante, meio derrocado, meio mordido, mas ainda assim é a grande potência de nosso tempo. E o homem que o governa, comanda o resto do mundo também.
Portanto, que vença o melhor.
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Brasil não será inundado por produtos com preço desleal
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu que o governo não permitirá que o Brasil seja "inundado" por produtos com preços desleais.
Ah tá, o preço que se pratica aqui no Brasil é que leal… Com os valores cobrados por aqui, convenhamos que qualquer produto, para qualquer finalidade e de qualquer nacionalidade terá preço desleal, pois custará algo em torno de… hum… como colocar… um valor justo.
Só pra ficar no gadget da moda:
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Orgulho de ser brasileiro.
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Bush chama Lula para debater crise com maiores economias
Segundo fonte do governo, em telefonema por volta das 17 horas, que durou aproximadamente 15 minutos, Bush perguntou se Lula aceitaria discutir soluções para a crise e como evitar que esse choques contaminem a economia real.
Consideração: se não aprender sobre economia agora, não aprende mais.
Pergunta: partindo do princípio que o presidente da nossa República não fala português, muito menos inglês, em que língua se deu a conversa, futebolês ou churrasquês?
Orgulho de ser brasileiro.
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'Ninguém escapa dessa crise', diz Mantega na Câmara
Alguém faça a gentileza de ligar para o Palácio do Planalto e transmitir a novidade para o presidente da República, que anda meio cético a respeito do assunto.
“Veja bem, companheiro…”
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